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Domingo, 18 de Novembro de 2018

Geral

25/09/2018 12:09:00

7 são condenados por roubo de carreta com combustível, entre eles fazendeiro e dois empresários do Cone Sul

Acesse a sentença e veja a participação de cada um no crime

Foi proferida, na sexta-feira, 21, pelo juiz Adriano Lima Toldo, titular da 2ª Vara Criminal de Vilhena, a sentença contra os sete envolvidos no furto de uma carreta bitrem contendo 60 mil litros de óleo diesel. O crime aconteceu em junho deste ano, e foi noticiado pelo FOLHA DO SUL ON LINE, que relatou inclusive a simulação feita pelo motorista que transportava o produto. Ele chegou a dizer que havia sido “seqüestrado”. Lembre aqui.

Além do motorista da carreta, Ualansy Coutinho Machado, 34, também foi condenado o rapaz de 24 anos, Gilvan Sperancete de Araújo, que teria vindo de Cuiabá (MT) para participar do crime. O primeiro pegou 5 anos de cadeia e o outro, 4 anos e seis meses. Ambos cumprirão pena no regime semiaberto.

Outros dois condenados foram Nedivaldo Donizete dos Santos e Ramon Leite Guimarães. Ambos acusados de intermediar o negócio ilegal, foram condenados à mesma pena (5 anos e 20 dias-multa), e também cumprirão regime semiaberto.

Já os empresários Wagner Balansin, 35 anos, que tem residência em Vilhena e atua no segmento de transpores, foi condenado 6 anos e 25 dias-multa no regime semiaberto. O também empresário Maurício Sperotto, 27, cuja família é tradicional em Cerejeiras, é o único que iniciará o cumprimento da pena de 7 anos no regime fechado. Confira aqui.

Tanto Balansin quanto Sperotto alegaram que chegaram a emitir cheques para pagar o combustível roubado, e alegaram em juízo que foram informados de que o produto estava vindo da Bolívia, acreditando na promessa do intermediador (Ramon), de que a nota fiscal para atestar a origem lista do combustível seria entregue. 

A argumentação não convenceu o magistrado, que chegou a escrever, num dos trechos da sentença, em relação aos compradores da mercadoria ilegal: “... alegar que não sabiam da indevida procedência é debochar da justiça”.

Outro que também foi condenado é Jackson Espíndola Barros, que é fazendeiro e dono de cerâmica, sentenciado a 7 anos e 30 dias-multa. Ele também teria intermediado a transação criminosa.

Clique aqui e veja sentença na íntegra. O documento, obtido em primeira mão pelo FOLHA DO SUL ON LINE, mostra a participação de cada condenado no esquema.




Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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