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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018

Policial

06/12/2018 12:48:00

Gangue que praticava furtos e assaltos é presa em Vilhena; celular da filha de militar estava com uma das menores


Grupo usava simulacro de arma de fogo em suas ações criminosas

Já sob suspeita de que uma casa, no bairro Embratel, em Vilhena, estava sendo usada como “boca de fumo” e para receber objetos de furtos e roubos, uma guarnição da Polícia Militar, no início da noite de terça-feira (04), foi até o local com o intuito de abordar as pessoas que estavam lá. 

Ao chegar, os policiais se depararam com duas menores, de 15 e 17 anos. Com a primeira, foi encontrado um celular que, suspeitava-se, ser produto de roubo. Quando questionada sobre a procedência do aparelho, a moça não soube responder. Em consulta pelo IMEI do próprio celular, foi comprovado que ele havia sido roubado da filha de um sargento.

À polícia, as meninas contaram que o aparelho foi entregue a elas por um terceiro agente, também menor de idade. Elas disseram ainda que fazem parte de um bando, com outros comparsas, e que já fizeram diversos roubos pela cidade, usando um simulacro de arma de fogo, mas que não sabiam onde o objeto estava naquele momento.

Durante as buscas na residência do terceiro menor, de 17 anos, mais um celular foi encontrado. Ele assumiu que o aparelho também havia sido roubado, mas quem lhe passou foi um parceiro de crime. Porém, o adolescente confirmou que também já participou das ações criminosas.

Diante disso, um agente foi ligado ao outro, até que a polícia abordou um rapaz, que já havia sido mencionado pelas duas meninas. Com ele foi encontrado um terceiro smartphone de origem duvidosa. As buscas estavam sendo feitas para que os policiais encontrassem o simulacro.

A polícia continuou com as diligências até encontrar mais um envolvido nos roubos, que levou os agentes da lei até onde havia escondido o simulacro, que inclusive se tratava do mesmo local do início da abordagem. Na casa também foi encontrada uma porção de maconha escondida em um boné.

Sendo assim, todos os envolvidos foram levados à Unisp para que fossem tomadas providências. Eles devem responder por associação criminosa, roubo e receptação.




Fonte: Folha do Sul
Autor: Jéssica Chalegra

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