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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018

Política

27/11/2018 13:38:00

Vilhena já tem pelo menos oito possíveis pré-candidatos a prefeito; revelação para o Senado e esposa são cotados


Vereadores e comerciante também estariam se articulando para 2020

Com o término das eleições nos âmbitos estadual e federal, os grupos políticos já iniciaram as discussões acerca das estratégias que serão adotadas nas eleições municipais de 2020. Em Vilhena, por exemplo, já são oito nomes que despontam como possíveis candidatos a prefeito. 

No PSL da onda Bolsonaro, são três os potenciais pré-candidatos: o ex-secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, que tentou uma vaga na Câmara dos Deputados, mas acabou ficando de fora. Padovani conseguiu surfar no bom momento do líder maior do partido, mas acabou encalacrado dentro da própria casa. Sogro do deputado estadual Luizinho Goebel (PV), o ex-secretário ganhou um concorrente dentro de Villhena – o futuro presidente da câmara, o vereador Ronildo Macedo (PV) – que buscou a mesma vaga, lançado pelo próprio Goebel. 

Ainda no PSL vem o empresário Jaime Bagattoli, que mesmo sendo a grande revelação ao Senado, não conseguiu se eleger. Jaime já foi cotado diversas vezes para a prefeitura de Vilhena, mas sempre emperrou na largada. Em seus discursos como candidato ao Senado, ele dizia que nunca foi candidato a prefeito porque não conseguia sentar para negociar alianças com outros partidos. 

Aliados de Bagattoli relatam, inclusive, que se ele não sair candidato a prefeito, sua esposa, a ex-vereadora Sandra Melo será a escolhida da legenda. Sandra coordenou a campanha do marido e já foi suplente de deputado. 

Na câmara de vereadores a disputa também está grande. O atual presidente da Casa, Adilson de Oliveira (PSDB) vem tentando garantir a candidatura a prefeito, alegando como principal qualidade a economia que conseguiu fazer a frente do legislativo e que resultou em uma reforma milionária da sede do legislativo vilhenense. 

O vereador Rafael Maziero (PSDB) também vem tentando garantir vaga para a disputa. O parlamentar apoiou a deputada federal Mariana Carvalho – que poderá ser seu maior cabo eleitoral nas próximas eleições. Maziero apostou alto na candidatura da tucana, em contraste com a discreta militância na campanha de Jaime Bagattoli, amigo de décadas de sua família. O tucano estaria treinando um de seus assessores mais próximos, Dhonatan Pagani, para tentar ocupar sua vaga no legislativo.

O comerciante José Osmani, conhecido no meio político por não perder uma discussão por qualquer motivo nas redes sociais, também teria anunciado interesse em disputar a prefeitura de Vilhena. Osmani vem intensificando suas postagens no Facebook a fim de se popularizar a ponto de garantir a vaga. 

Para fechar a lista, há o atual prefeito, Eduardo Japonês (PV): mesmo dizendo não ter interesse em disputar as eleições, é natural que busque um novo mandato – até mesmo por pressão do partido e dos correligionários – bem como o nome que será endossado pela família Donadon. Pessoas ligadas ao clã relatam que o nome de Rosani Donadon – ex-prefeita – pode ser o escolhido.

O FOLHA DO SUL ON LINE está á disposição para que qualquer um dos citados neste texto, produzido a partir da observação da cena política local, se manifeste sobre a narrativa.




Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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