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Quinta-feira, 04 de Junho de 2020

Política

02/10/2019 15:36:00

Após ler comunicado da Justiça Eleitoral, presidente da Câmara extingue mandato de vereador que “sobreviveu” a CPI


Ronildo Macedo manteve na função outro parlamentar condenado
 
Na primeira sessão legislativa de outubro, a Câmara de Vereadores de Vilhena, extinguiu o mandado do vereador Carmozino Alves (PSDC) e manteve no cargo Marcos Cabeludo (PHS), que recebe e salários, mas não pode exercer o mandato por determinação da justiça.
 
A extinção do mandato de Carmozino foi anunciada pelo presidente da Casa, Ronildo Macedo (PV), após o Legislativo receber, da Justiça Eleitoral, o informe de que o vereador, que conseguiu recentemente, na justiça, a anulação de sua cassação, não goza de direitos políticos.
 
De acordo com o documento assinado pelo juiz eleitoral de Vilhena, Vinícius Bovo de Albuquerque Cabral, e que foi lido ontem antes do pronunciamento do presidente, Alves perdeu os direitos políticos por causa de uma condenação transitada em julgado no mês de setembro.
 
Condenado por compra de votos no pleito de 2016, quando se reelegeu para o seu quarto mandato, Carmozino recebeu pena de mais de 2 anos de prisão, que foi substituída por medidas restritivas de direito.
 
Lido o documento da Justiça Eleitoral, o presidente se pronunciou. “Diante da comprovação do ato e do fato distintivo, de acordo com a condenação criminal em definitivo, tendo a decisão transita em julgado, comunico o fato ao plenário e à sociedade, declaro extinto o mandato de Carmozino Alves Moreira, mantendo o cargo do vereador suplente Antônio Marcos de Albuquerque”. 
 
 
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci

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