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Segunda-feira, 20 de Maio de 2019

Política

10/05/2019 17:07:00

Após áudio de pastor evangélico vazado na imprensa, sindicato desmente aliança com prefeito de Vilhena


Entidade nega ter atuado por indicação ou exoneração de secretário

Circulou no início da semana, o que, segundo o Sindsul (Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia, é “um boato infundado por parte de alguns agitadores políticos a presunçosa ‘desinformação’ de que a entidade é aliada do prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês (PV). Segundo os rumores, o sindicato até estaria “tranquilo” em relação à administração municipal por uma simples indicação secretarial na gestão de Japonês. “A injúria tenta desmerecer todo um trabalho feito e calcado em resultados visíveis alcançados pela entidade”, diz a nota enviada pelo Sindsul sobre a acusação.

Veja o que diz o restante do material oficial distribuído pelo sindicato: “A última tentativa de denegrir a imagem do Sindsul, Entidade Classista assumida através de votação maciça em 2016 pelo então presidente Wanderley Ricardo Campos (FOTO) e pela vice, Sônia de Fátima, veio depois que um noticioso da cidade de Vilhena publicou uma matéria citando um áudio do pastor evangélico Vando Nascimento e que incluíra o antigo secretário de educação Clésio Almeida. No áudio, o líder religioso, que é amigo do ex-secretário, comentou sobre a exoneração do mesmo,  dirigindo-se ao prefeito do município, Eduardo Japonês e simplesmente usou a seguinte frase citando o Sindsul: “O próprio Sindicato, conhecendo a direção e as intenções do Clésio, se manteve tranquilo. Vamos dizer assim”.

Ignorando todo o contexto dos quase 10 minutos da mensagem, o site quis insinuar que o Sindicato manipulou a indicação de Clésio. Visto que em nenhum momento, nas diversas reuniões que mantêm com o mandatário vilhenense, ou mesmo em suas redes sociais, o sindicato ou sua diretoria, sequer questionou a decisão de exonerar o secretário, muito menos sua indicação. "Esse não é um papel do sindicato. Não indicamos ou exoneramos ninguém, mas pode ter certeza que cobraremos qualquer um que lá estiver", disse Wanderley.

Diante disso, o presidente do Sindsul, de posse do áudio (que apesar de citado na matéria tendenciosa não foi exposto), disse o seguinte: em relação a uma suposta confusão e acusações que surgiram, apontando o Sindicato como “parceiro” da administração atual, Wanderley apenas lembrou que o trato é o mesmo, independente de quem senta na cadeira de prefeito ou de secretário. “O sindicato nunca apoiou nenhum candidato. Tudo que fazemos é em prol do Servidor. Se procurarem bem, quem tentou espalhar esse tipo de acusação é que se dependura em cargos e políticos, não o sindicato. Não somos nós a ocupar cargos nas administrações passadas. Acham mesmo que um sindicato que representa quase 2 mil servidores escolheria um lado por uma indicação de secretário? ”, declarou.

"Nos acusaram (a diretoria) de questões sobre a aprovação do IPTU e de estar dando muito tempo ao prefeito. Chegaram a citar sobre nossos regimentos. Só não falaram na matéria que nosso regimento também diz que uma Assembleia é a diretriz das posições a serem tomadas pelo Sindicato e em uma dessas Assembleias, foi votado e decidido que esperaríamos a reposta do senhor prefeito em junho. Não é nenhuma pessoa da diretoria, muito menos o presidente que muda isso. Não foi uma ou duas pessoas que decidiu, foi uma assembleia lotada. Isso também foi feito na gestão da Rosani, que é quem parece estar sendo defendida nas matérias tendenciosas. Já que os textos vêm de quem esteve com ela na administração passada. Olha, nós não temos nada com Japonês, nem com Rosani, temos com o interesse dos servidores. O que passa disso chega a ser pequenez da parte de quem se propõe a esse joguinho bobo”, declarou o presidente.
 




Fonte: Foto: Divulgação
Autor: Assessoria

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