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Segunda-feira, 09 de Dezembro de 2019

Esportes

19/11/2019 12:41:00

Garotinha de 09 anos, com Síndrome de Down, conquista medalhas no karatê a façanha repercute em Rondônia


Crianças andam quilômetros para participar de treino em escola rural
 
Única criança com Síndrome de Down inscrita no Campeonato Internacional de Karatê, uma vilhenense de 09 anos viajou cerca de 700 quilômetros para participar da competição que aconteceu no final de outubro, em Porto Velho. Maria Rosa estava entre a equipe de 15 atletas que trouxeram para Vilhena 15 medalhas. O desempenho da garotinha literalmente especial ganhou destaque no G1, portal de notícias das Organizações Globo.
 
Por não ter com quem competir na mesma categoria, a pequena lutadora, que começou praticar Karatê há seis meses, foi ajudada por seu professor, João Albino, e participou de duas provas de kata, que lhe renderam duas medalhas de ouro.
 
A escola em que Maria Rosa estuda fica na área rural de Vilhena e, por incentivo da diretoria Ana Laura Royer, há nela um projeto para que as crianças possam praticar o Karatê, mesmo que não disponham de todos os equipamentos necessários.
 
“Nossa escola está com esse projeto há seis meses. A gente não tem a estrutura, não temos tatame, mas as crianças não desistem, todo sábado, às 14 horas, eles estão lá. Tem criança que anda quilômetros para chegar no treino. Então, não tem como desistir do sonho dessas crianças, eles já são heróis pela vida, são crianças que precisam de muito carinho, amor e o karatê fez isso” disse a diretora, Ana Laura ao Globo Esporte.
 
Maria tem se preparado desde que as aulas da arte marcial de iniciaram em sua escola, e seu objetivo era conquistar uma medalha. Para seu pai, Odenilson da Silva, a participação da filha na competição lhe rendeu o sentimento de inclusão.
 
“O professor João iniciou o projeto e nós começamos a levar ela para participar. Ela começou a se interessar e nós vimos que ela queria participar dos campeonatos, porque ela queria ganhar medalhas. Agora, estamos levando e ela tá ganhando medalha. Para nós é muito bom, porque ela se sente incluída diante de outras pessoas”, revelou o pai.
 
 
 




Fonte: G1/Rondônia
Autor: Jéssica Chalegra com G1

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