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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

Arte e Cultura

15/09/2020 10:14:00

Artista premiado mundialmente participa de projeto sobre cultura angolana desenvolvido no IFRO de Vilhena

 
Armando Scoott já expôs suas obras três vezes no Museu do Louvre
 
Um grupo formado por cinco professores do Instituto Federal de Rondônia, (IFRO), no campis de Vilhena, criou um projeto de ensino, que já vem sendo ministrado com os primeiros anos dos cursos de edificações, eletromecânica e informática, desde o dia 24 do mês de agosto e que tem ganhado visibilidade entre os especialistas e artistas da cultura angolana.
 
O projeto, cujo tema “Culturas Angolanas em Evidência”, tem como objetivo levar os mais de 180 alunos alcançados a conhecer e se apropriar da diversidade da referida cultura, por meio da interação entre as linguagens das artes visuais, poética e da dança.
 
Dividido em três etapas,  que abrangerá o terceiro e o quarto bimestres, o projeto que possui cronograma traçado, porém, não fechado, vem ganhando força com o apoio dos(as) estudantes, que se identificaram tanto com a ação, que buscam através dos grupos de estudos, agregar material didático, chegando a cativar a atenção do artista angolano Armando Scoott, mundialmente premiado por representar, em suas obras, a pluralidade da raça africana e a luta contra o racismo, já tendo exposto seus trabalhos no maior salão de arte contemporânea do mundo, por três vezes, que é Museu do Louvre.
 
O projeto que abrange as disciplinas de arte, educação física, língua portuguesa e literatura, tem suas ministrações de forma online, durante os horários de aulas.
 
Vários foram os profissionais nacionais envolvidos com a arte e cultura africana que já marcaram presença no desenvolvimento do projeto e muitos ainda estão por vir, como é o caso de Armando, que chegou a postar em seu Instagram imagem da conversa que teve com um grupo de alunos na última semana e que se depender do emprenho e empolgação das alunas Tauanny Cruzeiro Alves de Jesus e Bianca Sthefany Tozatto de Souza, do curso de informática, já tem presença marcada para palestrar, ainda este mês.
 
Para as professoras Rosa Gonçalves, coordenadora, e Fabiani Muller, colaboradora do projeto que foi pensado devido a cultura africana, apesar de compor a brasileira, ocupar uma posição sucinta ou quase imperceptível na área educacional, a maior riqueza da iniciativa tem sido a autonomia dada aos alunos, que muito têm enriquecido as aulas, de cunho avaliativo.
 
Quem tiver interesse em acessar as palestras, já ministradas no decorrer do projeto, é só acessar a página no Youtube da professora Rosa Gonçalves (CLIQUE AQUI e acesse).
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Leir Freitas

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