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Sábado, 26 de Setembro de 2020

Política

05/08/2020 16:23:00

Em texto compartilhado no Facebook, ex-governador de Rondônia esculhamba Bolsonaro: “o homem é um horror”

 
Confúcio fez publicação em seu blog e disseminou na rede social
 
Em texto publicado no blog que mantém na internet, e compartilhado no Facebook, o atual senador e ex-governador de Rondônia, Confúcio Moura (MDB), dispara críticas pesadas contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em quem diz ter votado em 2018.
 
Mostrando arrependimento pela escolha que, segundo alega, foi feita “por falta de opção”,  Confúcio lista uma série de defeitos do presidente, e arremata, analisando o comportamento do líder brasileiros durante a pandemia que assola o país: “o homem é um horror”.
 
CONFIRA ABAIXO, na íntegra, a postagem do veterano senador rondoniense:
 
 
Eu votei no Bolsonaro. Não tem jeito de voltar atrás. Ir lá, na mesma seção eleitoral, e desvotar. Como eu, tem milhares de brasileiros que votaram nele, no segundo turno, por falta de opção. Ele tem a língua solta. Criador de crises a cada semana. Quando abre a boca, tal qual Gregório de Matos – o “Boca do Inferno”, solta labaredas no universo.
 
De tanto falar, criou o hábito de, no dia seguinte, desconversar o que foi dito. E assim vai levando. Abusando da paciência do povo brasileiro. Ele é o grande propagandista da crise do coronavírus no Brasil. Desdenha de máscaras. Desdenha da ciência. Prescreve cloroquina como remédio santo. Desdenha da gravidade da doença.
 
E joga responsabilidade da crise econômica para prefeitos, governadores e Supremo Tribunal Federal. O homem é um horror. Nesse requisito, de prevenção da doença e cuidados sanitários, ele incita a verdadeira desordem nacional.
 
No mais, o Brasil vai seguindo seu destino esperado: – um país que estimula a ignorância, subestima o conhecimento, avacalha com a educação (que deveria ser um componente essencial para o desenvolvimento). A educação é o primeiro fator no numerador do crescimento econômico. E como vamos alcançar isso com quatro ministros da educação e três ministros da saúde em 1 ano e meio de mandato?
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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