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Quinta-feira, 02 de Julho de 2020

Política

26/03/2020 19:09:00

Empresário que já foi picolezeiro em Cerejeiras e garçom em Vilhena confirma pré-candidatura a prefeito

 
“Hoje, o poder público funciona para atender interesses de grupos”
 
Em visita ao FOLHA DO SUL ON LINE esta semana, o empresário Paulo Sérgio Rodrigues da Silva, o “Paulinho da Argamazon”, confirmou que é pré-candidato a prefeito de Vilhena este ano. Ele está filiado ao PROS, mas deve migrar para o Republicanos, pelo qual pretende concorrer.
 
Aos 42 anos, quase 30 deles em Vilhena, o cerejeirense prometeu um “choque de gestão” na prefeitura, caso se eleja. “Sou empreendedor e acho que a prefeitura deve funcionar como uma empresa, que busca eficiência para atender a população. Hoje, o poder público funciona para atender interesses de grupos. Não terá isso na minha administração”.
 
Paulo lembra que Cacoal, cidade do mesmo porte de Vilhena, alcançou avanços em vários setores, mesmo com casos de corrupção similares aos daqui. “Lá, onde só havia um hospital, hoje é referência em saúde. Já nós, que tínhamos quatro hospitais, ficamos com apenas dois”.
 
O empresário disse que tem idéias inovadoras para contemplar vários setores da administração municipal, como saúde, educação, obras e geração de empregos. “Creio que com dedicação e respeito pela coisa pública, podemos melhorar muito a vida dos vilhenenses”.
 
Paulo aponta, entre várias falhas que, segundo ele praticaram a cidade, a abertura indiscriminada de loteamentos. Além da corrupção decorrente destes empreendimentos, revelados em investigação da Polícia Federal, que chegou a prender vereadores, os novos bairros, muitos deles sem estrutura, aumentam as despesas para levar serviços a tais locais.
 
Ao finalizar a entrevista, o pré-candidato disse que pretende encarar o desafio para devolver à cidade uma parte daquilo que conquistou aqui, e já montou uma das nominatas de vereador, com a outra em construção.
 
VENCEDOR
Empresário que hoje comanda uma firma com 80 empregados, Paulinho foi vendedor de picolés pelas ruas de Cerejeiras e garçom em Vilhena. E pagou sua faculdade vendendo mel de porta em porta nas cidades da região. Antes de assumir seu próprio negócio, também foi representante de um varejista no Cone Sul.
 
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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