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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2022

Arte e Cultura

29/11/2021 14:48:00

Alunos da Escola Genival Nunes da Costa concluem Oficina de Bonecos com apresentações sobre a História da África

 
Oficina durou um bimestre e o curso foi ministrado pelo “bonequeiro” Zaca Reis
 
Na sexta-feira, 26, um evento realizado na Escola Genival Nunes da Costa, no bairro Nova Esperança, em Vilhena, teve diversas apresentações de dança, música e representações teatrais com bonecos, marcando o encerramento da Oficina de Bonecos.
 
De acordo com a Supervisora Escolar Vadeilza Castilho de Araújo Bernert, a Oficina de Bonecos foi realizada ao longo do último bimestre com a participação dos alunos dos 9º anos da escola, 80 no total. Os alunos foram divididos em 11 grupos e, além de aprenderem a confeccionar os bonecos, também foram responsáveis por darem vida aos fantoches por meio de músicas, poesias e paródias durante a apresentação que marcou o encerramento do projeto.
 
Conforme a supervisora, a ideia da oficina surgiu durante uma visita com os alunos a uma das exposições na Fundação Cultural de Vilhena. “Nesta ocasião conhecemos Alexandre Reis, de nome artístico ‘Zaca Rei’”, que é bonequeiro, e tem formação em Direção Teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG). Durante o bate- papo entre Zaca Reis e a professora Ivani Mariana, eles conversaram sobre a possibilidade de fazermos na escola uma oficina com os alunos. E deu certo”, contou Bernert.
 
Desde o dia 18 de outubro, duas vezes por semana, sempre as segundas e terças-feiras, os alunos tinham um encontro marcado com Zaca Reis. “Esta semana terminou a oficina e hoje fizemos o encerraramento com a realização das apresentações dos bonecos com temáticas relacionadas com a história da África”.
 
A supervisora conta que a escola já tinha em andamento o Projeto “Resgate da Identidade Negra nos Espaços Escolares”, que é um projeto interdisciplinar trabalhado durante o ano letivo e socializado na semana da Consciência Negra. “A Oficina de Bonecos foi realizada dentro desse diagrama que está em nosso Projeto Político Pedagógico (PPP) e que vem de acordo com a Lei que 11.645 de 2008 que tornou obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena”, explicou a educadora.
 
 
 
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci

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