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Domingo, 28 de Novembro de 2021

Cotidiano

25/10/2021 13:14:00

Júri condena réu que matou homem a facadas em Vilhena, sobreviveu a ataque de parentes da vítima; e matou outro no Mato Grosso

 
Adão Carlos Ribeiro, de 41 anos, foi condenado a 8 anos de reclusão
 
Foi condenado nesta segunda-feira, 25, pelo assassinato de Oziel Ribeiro Neves, que tinha 40 anos quando foi morto, Adão Carlos Ribeiro, de 41 anos e que protagonizou uma odisséia de ações e decisões errôneas e lamentáveis.
 
Conforme consta na denúncia, na noite de 04 de agosto de 2018, por volta das 21 horas, após uma discussão em um bar na Rua 908 do Bairro Alto Alegre, Adão atacou Oziel com golpes de faca. A vítima foi socorrida e levada para o pronto socorro do Hospital Regional, mas não sobreviveu.

Horas depois naquela mesma noite, parentes de Oziel encontraram Adão e o agrediram com socos e chutes. Um deles teria arremessado um paralelepípedo na cabeça de Adão quando ele estava no chão (lembre aqui) .
 
Socorrido, Adão foi transferido em estado grave para um hospital de Cacoal onde ficou internado por dias. Mas, sobreviveu.
 
Em outubro de 2018 a Delegacia de Homicídios de Vilhena concluiu o inquérito e indiciou Adão pelo assassinato de Oziel. Mas, Adão já havia sido liberado pelo hospital e estava foragido.
  
Em março do ano passado Adão foi preso na cidade de Nova Bandeirantes-MT, acusado de ter matado a golpes de faca um jovem de 18 anos no município de Castanheiras-MT, cidade a 280 km de Vilhena. O crime, cometido juntamente com outro suspeito que também foi preso na mesma operação, aconteceu na noite de natal de 2019, na praça da cidade.
 
Condenado hoje pela morte de Oziel, Adão teve a pena estipulada em 8 anos de reclusão em regime fechado. Ao ler a sentença e dosar a pena, a Juíza Presidente do Tribunal do Júri citou o caso ocorrido no Mato Grosso. “... vê-se que o acusado é dado a resolver os problemas de forma violenta, inclusive está preso por outro processo de crime homicídio cometido posteriormente na Comarca de Juína-MT”, citou a magistrada que negou ao réu o direito de recorrer em liberdade.  
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci (Foto: Rota Policial News)

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