Católico, pertencente a comunidade Santa Lúcia Filippini, ultimamente o idoso auxiliava a esposa vendendo tapiocas
Faleceu na noite de terça-feira, 09, aos 67 anos, em Vilhena, vítima da Covid-19, Francisco Tomé dos Santos, pai do policial civil José Dorival, mais conhecido como “JD”.
Francisco, que era natural de Missão Velha/Ceará, mas se mudou ainda criança para o Maranhão, onde aos 21 anos de idade se casou com Maria Julieta do Nascimento Santos, lutava contra um câncer de boca desde maio de 2020, já tendo sido submetido a uma cirurgia para a retirada do tumor, que voltou, mas não resistiu ás complicações causadas pela Covid-19.
Trabalhando como agricultor até os 23 anos de idade, no início dos anos 1980, Francisco passou a compor a mão de obras das empresas Camargo Correa, Mendes Júnior e Odebrecht, que construíram a Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Estado do Pará.
De 1983 a 1994, Francisco trabalhou como garimpeiro de ouro e diamantes nos Estados do Pará, Roraima e Mato Grosso e, já em Vilhena, em 1994, prestou serviços nas empresas Hiperhaus Construções e M. M. Materiais para Construção.
Católico, pertencente a comunidade Santa Lúcia Filippini, ultimamente o idoso auxiliava a esposa, com quem foi casado por 45 anos, a vender tapiocas nas feiras de Vilhena.
Além da viúva, Francisco deixa os cinco filhos: José Dorival (Policial Civil); Reginaldo (microempresário Individual); Maria Rejane (executiva de vendas e marketing), Maria Rosângela (Policial Penal), Francisco Rivaldo (representante comercial do Grupo Leonora), 10 netos e 01 bisneto.
Patriarca da família e referência de todos os parentes próximos, tanto de Vilhena e Chupinguaia como de Sapezal/MT, Francisco será sepultado hoje.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 10 de Março de 2021, às 10:19