Baixaria não descambou para violência graças à intervenção de vereador-militar
 
Filiados ao mesmo partido e ambos pré-candidatos a prefeito de Vilhena nas eleições suplementares marcadas para o dia 30 de outubro, os vereadores Samir Ali e Ronildo Macedo protagonizaram um “barraco” na manhã desta quinta-feira, dia 1º de setembro.
 
O incidente aconteceu no gabinete onde Macedo despacha na condição de prefeito interino, cargo que ocupa desde que a Justiça Eleitoral determinou o afastamento do titular, Eduardo Japonês , do PSC,
 
As versões sobre o bate-boca, que só não teria descambado para confronto físico graças à intervenção do também vereador Sargento Damassa (Pros), variam de acordo com quem relata o caso. O próprio militar que separou os brigões ainda não deu declarações sobre o ocorrido.
 
Samir admite que houve o episódio, mas nega agressões físicas e classifica a briga como “um pequeno desentendimento”, acrescentando que “não foi nada demais”. Macedo ainda não se manifestou.
 
O MOTIVO
Os comentários nos bastidores da política vilhenense, onde o confronto continua “fervendo” são de que a motivação da desavença seria justamente o interesse dos dois parlamentares em disputar a eleição suplementar.
 
Segundo uma testemunha ouvida pelo site, Samir teria dito que Macedo está “louco”, acusando o colega de planejar se aliar à família Donadon, indicando a candidata a vice da ex-prefeita Rosani Donadon, o nome do clã para a disputa de outubro.
 
Outra pessoa que assistiu a baixaria garante ter ouvido o nome do líder do Podemos em Rondônia, deputado Léo Moraes, ser pronunciado como possível “árbitro” da disputa: caberá a ele dizer qual dos dois edis será o candidato do partido.
 
O site está à disposição de ambos os envolvidos na briga para que cada um apresente sua versão, caso algum deles queira comentar o caso.