Mãe da vítima havia vindo da Bolívia para visitar os filhos que moram em Vilhena
 
Será velado hoje, na Capela Mortuária, o corpo do músico e projetista Jeury Añez Suárez, 38, que morreu ontem no Hospital Regional de Vilhena, após ser esfaqueado na avenida 1.705 (LEMBRE AQUI).
 
A polícia não dá detalhes do crime, mas familiares da vítima dizem ter recebido informações de testemunhas de que Jeury teria reagido a um assalto. Após o esfaqueamento nas costas, ele buscou abrigo em uma igreja Evangélica, onde foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.
 
Uma testemunha contou que, ao tentar tomar o celular da vítima, o ladrão de estatura mediana, que estava em uma bicicleta vermelha, desferiu o golpe fatal. O marginal foi visto guardando a faca ensanguentada que tinha acabado de usar no ataque.
 
Os parentes do “cadista” estão tentando obter imagens de câmeras próximas que mostrariam o assalto e podem ajudar a identificar o assassino, que fugiu logo após o ocorrido.
 
A mãe de Jeury, que se mudou para a Bolívia, terra natal do marido, o arquiteto Júlio Suárez, falecido em 2016, após a morte do companheiro, estava na cidade visitando os dois filhos, e ficou muito abalada com a perda.