Rapaz de 19 anos havia viajado para trabalhar em um silo em Porto Velho
 
Através do WhatsApp, o FOLHA DO SUL ON LINE conversou, na manhã deste sábado, 30, com a secretária de uma universidade paraguaia cujo sobrinho foi visto pela última vez há mais de uma semana em Vilhena, mas desde então não dá mais notícias.
 
Segundo Emília Ibáñez, o sobrinho, Cesar Encina Ibáñez, de 19 anos, havia saído da cidade de Curuguaty, no Paraguai, para trabalhar em um silo em Porto Velho. Ele havia feito a viagem após um amigo paraguaio lhe dizer que o emprego na capital rondoniense renderia um bom salário a ele.
 
A adaptação do jovem em Porto Velho não estava sendo fácil, por isso ele decidiu retornar ao seu país natal. Ele estava indo para casa, quando acabou preso na rodoviária de Vilhena, ao apresentar um comportamento agressivo. Liberado no dia seguinte, o jovem migrante voltou para a rodoviária para prosseguir a viagem.
 
A tia diz não saber o que provocou a ira de Cesar, que segundo ela estudava e trabalhava em uma hamburgueria no Paraguai. A família providenciou o dinheiro para que ele comprasse uma passagem até Cascavel, no Paraná, de onde seguiria para Curuguaty.
 
A pessoa que embarcou o jovem no ônibus interestadual até fez uma foto dele a bordo do veículo no último domingo, 24. Ocorre que, quase uma semana após o embarque em Vilhena, Cesar não apareceu nem se comunicou com a família.
 
Quem tiver informações quem ajudem a localizá-lo pode conversar com a tia através do WhatsApp ±595984650235.