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Sábado, 13 de julho de 2024

Cotidiano

24/06/2024 17:26:00

Polícia é acionada após paciente acidentada ofender servidores de hospital e alegar parentesco com cúpula da Saúde, em Vilhena

 
Segundo a denúncia condutora de moto apresentava sinais de embriaguez
 
Na noite de ontem, a Polícia Militar foi acionada e compareceu ao Hospital Regional de Vilhena para registrar Boletim de Ocorrência contra uma paciente que, segundo servidores da unidade, estaria ofendendo e fazendo ameaças aos profissionais que tentavam atendê-la.
 
Ao receber os detalhes do caso, o FOLHA DO SUL ON LINE ligou para a mulher de 29 anos que havia sido denunciada para ouvir sua versão, mas ela disse que não falaria sobre o caso.  Assim, a versão publicada se baseia no que foi relatado aos policiais pelos funcionários do hospital.
 
Segundo as informações passadas à reportagem, a mulher chegou com escoriações à emergência do HR, depois de ser resgatada por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Ela havia sofrido um acidente de moto depois de “rampar” um quebra-molas, e teria alegado que um Fiat Mobi de cor escura a “fechou”, fazendo-a perder a estabilidade. Segundo a denúncia, a acidentada apresentava sinais de embriaguez e estava agressiva.
 
O relato dos denunciantes é que a paciente queria que uma médica fizesse ligações para obter informações sobre o filho dela, que também estava na moto envolvida no acidente. Nenhum dos números fornecidos, no entanto, atendeu as chamadas.
 
Sem querer colaborar com o atendimento, a denunciada quis uma ligação para o atual secretário municipal de Saúde, de quem dizia ser parente, mas não passou o número dele. Ela também teria mencionado o nome de uma parente que havia ocupado cargo na cúpula da Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena.
 
 Quando uma médica pediu à paciente que se acalmasse para facilitar o atendimento, ela disse que não queria ser atendida, e que queria era notícias do filho, que poderia ter se acidentado também, mas o garoto apareceu depois sem nenhum ferimento.
 
Outra desavença aconteceu quando foram receitados Tramadol e Bromoprida, que a mulher se recusou a tomar. Ela teria começado a gritar, alegando que era da área da Súde, que não queria tomar “remédios para dormir” e ligou para a mãe, dizendo que queriam aplicar nela Diazepam e Tramal EV.
 
Alegando que a medicação recusada pela paciente era para as dores que ela sentia, os denunciantes não concluíram o atendimento e o caso foi registrado pelos policiais que atenderam a ocorrência.
 




Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

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