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Sexta-feira, 22 de Junho de 2018

Saúde

27/04/2016 16:23:16

Sobe para 5 as mortes suspeitas em Vilhena; governo nega contágios por H1N1 em RO

Homem de 48 anos foi a última vítima na cidade

Já são cinco as mortes suspeitas de terem sido provocadas pelo vírus H1N1 em Vilhena. A Divisão de Vigilância Epidemiológica do município confirma o número de óbitos registrados e investiga os casos. De acordo com reportagem do site G1, até o momento foram registrados 15 casos suspeitos no Cone Sul. “Desse índice, um terço foi internado e faleceu. De acordo com a Vigilância, além da possibilidade das mortes terem sido causadas pela gripe, outros tipos de diagnósticos também são considerados, como hantavirose, leptospirose e dengue”, diz o portal, em texto assinado pela repórter Aline Lopes.
A última vítima é um homem de 48 anos que foi medicado no dia 19 de abril e internado, dois dias depois, com problemas respiratórios na Unidade de Tratamento Intenso (UTI) do Hospital Regional. Na segunda-feira (25), o estado do paciente piorou e ele foi a óbito.

Enquanto se multiplicam as mortes suspeitas, o Governo do Estado tenta tranquilizar a população, informando que em Rondônia ainda não há nenhuma infecção pelo H1N1 confirmada oficialmente.  Leia abaixo o release enviado à imprensa pela Secretaria de Estado de Comunicação:

Nenhum caso de infecção pelo vírus Influenza H1N1 foi confirmado em Rondônia, segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), e os casos suspeitos ainda estão sendo investigados. De janeiro até o dia 25 deste mês, foram registrados pela Agência 46 casos suspeitos da doença.
Por conta disto, a vacinação da influenza H1N1 foi antecipada em todos os municípios de Rondônia e começo com os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde: gestantes e puérperas, crianças (a partir de 6 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias), profissionais da saúde, idosos (acima de 60 anos), portador de doenças crônicas, indígenas e privados de liberdade.
Em virtude do cenário crítico da Influenza no Brasil, com aumento de notificações de casos suspeitos, a Agevisa protocolou no Conselho Regional de Medicina (Cremero) orientações para serem divulgadas entre os médicos, sobre o protocolo de tratamento de Influenza 2015 (Ministério da Saúde), Protocolo de Coleta de Material de Nasofaringe (Lacen) e Nota Técnica Influenza A H1N1 (Cemetron).
Os informes técnicos têm como objetivo alertar os médicos sobre o início dos sintomas na população, que se apresenta como Síndrome Gripal (SG), podendo em alguns casos complicar para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
De acordo com a Agevisa, está disponível na rede pública (unidades básica de saúde e hospitais), os remédios para o tratamento da síndrome gripal, de preferência para os grupos prioritários, vacinados ou não; e todos os casos suspeitos devem ser notificados e realizada a coleta de secreção de nasofaringe e em seguida a amostra é encaminhada ao Laboratório de Saúde Pública de Rondônia (Lacen), que encaminhará ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.
Os municípios com o maior número de casos suspeitos da H1N1 são Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena.
 
Medidas que evitam a transmissão da influenza e outras doenças respiratórias
Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento.
Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.
Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
Manter os ambientes bem ventilados.
Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.
Evitar sair de casa em período de transmissão da doença.
Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados).
Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre.
 





Fonte: Foto: G1/Cone Sul
Autor: Da redação

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